Vai à falência? A guerra no Irão agrava-se ainda mais após a nomeação do filho de Khamenei – O Debate

Vai à falência? A guerra no Irão agrava-se ainda mais após a nomeação do filho de Khamenei – O Debate

Segunda semana de uma guerra vista mais do que nunca como uma aposta massiva por parte dos EUA e de Israel: o ataque às instalações petrolíferas em Teerão, provocando retaliações em todo o Golfo. Também surpreendidas, as alegações de que as perturbações na segurança energética global seriam um problema passageiro.

À medida que o preço do petróleo ultrapassa os 100 dólares por barril, Teerão sinaliza que vai manter o rumo com Mojtaba Khamenei, o filho linha-dura do Líder Supremo assassinado, escolhido para tomar as rédeas de uma República Islâmica sob cerco que ainda tem os meios para fazer os vizinhos pagarem um preço pela guerra de Trump e Netanyahu.

Tomemos como exemplo o Líbano, onde os ataques com foguetes do Hezbollah, representante do Irão, provocaram um dilúvio de fogo, uma incursão terrestre de Israel e o deslocamento de quase 700 mil pessoas. Falaremos sobre o presidente libanês que quer conversações diretas com Israel e que pesam dez dias de destruição de vidas e meios de subsistência.

Em relação ao preço na bomba, a Europa sentirá provavelmente o efeito de forma mais acentuada do que os EUA, que estão mais distantes e são em grande parte auto-suficientes em termos energéticos. Boa sorte para encobrir isso quando a França sediar a próxima cimeira do G-Sete, em junho.

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