Cidade de Manchesteresperanças de chegar às quartas de final do Liga dos Campeões estão por um fio depois desta noite contundente em Madrid.
Fede Valverde desferiu três golpes fortes Pep Guardiolaequipe em um hat-trick de 42 minutos no primeiro tempo que deixa o Primeira Liga lado com uma montanha para escalar para recuperar de uma derrota por 3-0 na segunda mão da próxima semana.
O City foi descuidado com a bola e teve muita sorte de o empate ainda não ter terminado quando Vinícius Jr. acertou as linhas na cobrança de pênalti, negado por Gianluigi Donnarumma.
NATHAN SALT, do Daily Mail Sport, avalia os dois lados em uma noite prejudicial para City e Guardiola no Santiago Bernabeu…
Fede Valverde teve a melhor exibição da carreira com um impressionante hat-trick na vitória sobre o Manchester City
REAL MADRI (4-3-3)
Thibaut Courtois-8
É muito mais do que um goleiro e isso ficou evidente quando ele fez um dos passes da noite para afastar Valverde para o gol inaugural. Fez uma defesa em 45 minutos e embora tivesse um pouco mais a fazer na segunda – incluindo uma impressionante defesa reflexa para negar Nico O’Reilly – esta foi uma exibição confiante que o fez quase não suar.
Trent Alexander-Arnold – 5,5
Estava vendo estrelas nos primeiros momentos, quando foi revirado por Jeremy Doku, poucos dias depois da imprensa espanhola eviscerar sua defesa contra o Celta de Vigo. Devia muito ao motor de Fede Valverde que sempre voltava para ajudar a dobrar.
Reitor Huijsen – 6
Não fez tudo à sua maneira desde que trocou o AFC Bournemouth pelo Real Madrid, mas está a crescer a cada jogo e esta foi uma atuação sólida na defesa. Foi parte de um esforço defensivo resoluto que anulou o grupo de atacantes do City para muito, muito pouco.
Antonio Rudiger – 7
Adorei a batalha com Erling Haaland e é um daqueles defensores que adora defender. Limpou as linhas quando a sua equipa olhou para as cordas nos primeiros minutos e depois manteve o placar limpo com uma defesa de golo aos 68 minutos, em que comemorou como um golo. Um grande líder para esta equipa.
Ferland Mendy-7
Tive que ser disciplinado com um velocista como o Savinho no confronto daquela noite. Mostrou muita disciplina defensiva e limitou o extremo brasileiro do City a muito pouco em termos de produção de qualidade naquela equipa. A falta de minutos de atraso significava que ele só conseguiria aguentar 45 minutos.
Ferland Mendy completou o confronto com Savinho, que viu o jogador do City ser substituído
Fede Valverde – 9
O hat-trick no primeiro tempo surpreendeu o Manchester City com a melhor exibição da carreira. Incansável em seu trabalho defensivo para encobrir os erros de Alexander-Arnold e classe mundial em suas tomadas de decisão na outra ponta com três gols excelentes. Lembrou a muitas pessoas porque é visto como um dos jogadores de futebol mais completos de toda a Europa. MOTM.
Aurelien Tchouameni – 7,5
Não teremos metades de futebol muito mais fáceis do que a primeira aqui, quando o meio-campo do Manchester City era efetivamente inexistente. A lista de lesões do Real Madrid é longa e quando ele caiu e precisou de tratamento houve uma respiração coletiva. O facto de ter passado os 90 minutos e ter comandado o meio-campo durante a maior parte do tempo foi um enorme impulso para toda a persuasão madrilena.
Thiago Pitarca – 6,5
Mostrou muita postura dada a magnitude do jogo e o fato de ainda ser um adolescente com apenas 18 anos. É tão fácil ficar sobrecarregado em jogos como este, mas Pitarch não. Cobri muito terreno, em vez de ditar coisas com a bola, mas todos têm um papel a desempenhar.
Brahim Diaz-7
Começou um pouco animado demais enquanto gesticulava para a multidão fazer mais barulho. Depois que ele e seus companheiros se acalmaram, sua qualidade brilhou e seu passe por cima para o terceiro gol de Valverde foi delicioso.
Vinícius Jr. – 6
Produziu um pênalti terrivelmente fraco que foi bem defendido por Donnarumma, mas foi uma ameaça constante no contra-ataque. Estarei lamentando a oportunidade perdida de desferir o nocaute.
Vinicius Jr. absorveu a adulação por ganhar um pênalti, apenas para produzir um esforço sombrio
Arda Güler – 6
Não ganhará muitas manchetes nesta partida, mas ele trabalhou duro e não cometeu nenhum erro que custasse caro ao seu lado, como tantos do lado oposto cometeram. Teve que ser paciente em sua carreira no Real Madrid para ser confiável em grandes jogos, mas ele parecia absolutamente parte da mobília aqui.
GERENTE – Álvaro Arbeloa – 8
Tem estado sob imensa pressão desde que assumiu o comando, inclusive com quatro derrotas já registradas. Arbeloa estava esperando por essa vitória ‘declarativa’ e conseguiu-a ao enganar o gênio que é Pep Guardiola. Um grande impulso para as suas perspectivas de longo prazo no Bernabéu.
SUBS
Fran Garcia (para Ferland Mendy, 46) – 6,5
Eduardo Camavinga (para Arda Guler, 70) – 6,5
Manuel Angel (para Thiago Pitarch, 76) – 6
Franco Mastantuono (para Brahim Diaz) – 6
CIDADE DE MANCHESTER (4-1-3-2)
Gianluigi Donnarumma – 5,5
Não ajudado pelos seus defensores, mas dada a sua qualidade de classe mundial, a sua tomada de decisão naquela noite deixou muito a desejar. Parecia não saber que estava em sua área quando afastou a mão de tocá-la na preparação para o primeiro gol e derrubou desajeitadamente Vinicius para cobrança de pênalti. Salvei aquele pênalti, então merece crédito por isso. Reservado.
Abdukodir Khusanov – 5
Teve um pesadelo anteriormente no Bernabéu quando foi atropelado. O Real Madrid não o expôs da mesma forma desta vez, mas esta foi mais uma partida em que ele parecia estar perseguindo sombras. Resgatado pela defesa de pênalti do goleiro, quando foi ele quem descuidadamente deu a bola para o Real marcar o quarto gol.
Rúben Dias – 5
Tem muita experiência, mas quando o City estava se recuperando mais aqui, ele não poderia ser a influência calmante que sua defesa recém-formada clamava.
Marc Guehi-4
Uma noite muito, muito difícil na sua estreia na Liga dos Campeões. O Real Madrid atacou à vontade a equipa de Guehi e O’Reilly e conseguiu o que quis. O terceiro gol ficou a desejar e Valverde mostrou mais para bater Guehi na bola antes de finalizar. Não vou olhar para trás com carinho para sua estreia na Liga dos Campeões.
Nico O’Reilly – 4
Aprendeu uma lição com Valverde, que evitou O’Reilly à vontade em um primeiro tempo irritante para o City e para o jovem em particular. Nunca consegui lidar com o homem-chave do jogo e fui obrigado a pagar. Muitas vezes se viu avançando para o meio-campo para ser um corpo extra, mas fez pouca diferença.
Nico O’Reilly teve uma noite de pesadelo onde aprendeu uma lição dolorosa com Valverde
Rodri – 6
Enquanto o meio-campo do City foi atacado, o ex-vencedor da Bola de Ouro, ao longo dos 90 minutos, pelo menos tentou mudar o ímpeto. Mas dados os elogios que recebeu anteriormente, a expectativa continua altíssima e foi irritante naquele primeiro tempo a facilidade com que Rodri e Bernardo Silva jogaram.
Savinho – 5
Não criou nenhuma chance, completou um drible bem-sucedido e foi controlado pelo mais dominante Ferland Mendy. Foi inevitável quando foi fisgado no intervalo por Pep Guardiola.
Bernardo Silva – 5
Um dos tenentes de maior confiança de Guardiola, mas foi difícil sair dessa situação e pensar que Silva teve algum impacto positivo na disputa do ponto de vista do City. Foi derrotado com muita facilidade em seus duelos e não foi progressivo nas raras vezes em que conseguiu pegar a bola. Muito abaixo de seus padrões habituais.
Jeremy Doku – 7
Merecia mais dos companheiros do que recebeu. Dada a sua qualidade e capacidade de ir além do seu marcador, tornava-se cada vez mais intrigante, a cada drible bem-sucedido, que nenhum jogador do City apostasse no segundo poste para os cruzamentos rasteiros de Doku para áreas perigosas. Em outro dia, ele consegue uma ou duas assistências no primeiro período, onde o City foi o melhor time e o aspecto da partida parece bem diferente.
Antoine Semenyo – 6
Parecia que ele estava escorregando por muito tempo neste, dadas as posições promissoras que ele continuou a conquistar. Não pareceu intimidado na estreia na Liga dos Campeões, mas precisa investir em chuteiras que o mantenham em pé. Marginalmente mais brilhante quando movido para a direita no segundo tempo.
Erling Haaland-4
Saiu com 10 toques no nome, um toque na área do Real Madrid, zero chances criadas e zero chutes. Ele é um talento geracional, sem dúvida, mas nem ele consegue produzir essa magia quando não pega a bola. Um passageiro completo na capital espanhola.
Erling Haaland não consegue fazer muito quando dá 10 toques na bola em 82 minutos
GERENTE: Pep Guardiola – 4
Foi acusado pelos torcedores do City de pensar demais quando a escalação caiu e depois que o Real Madrid marcou o primeiro gol e mais dois se seguiram com quase zero resistência no meio-campo, foi genuinamente intrigante o que Guardiola estava realmente pensando. Nenhuma quantidade de substituições conseguiu consertar o dano no primeiro tempo.
SUBS
Tijjani Reijnders (para Savinho, 46) – 6,5
Rayan Cherki (para Antoine Semenyo, 70) – 7
Ryan Ait-Nouri (para Bernardo Silva, 70) – 6
Omar Marmoush (para Erling Haaland, 82)