Harianjogja.com, JOGJA—A situação no Irão está cada vez mais tensa depois da onda de ataques aéreos conjuntos dos Estados Unidos e de Israel ter entrado no seu quarto dia. O Crescente Vermelho do Irão informou que pelo menos 555 pessoas foram mortas e centenas de áreas residenciais sofreram graves danos.
Tragédia no setor educacional
A Anadolu informou que o Ministério da Educação do Irã disse que cerca de 170 estudantes e professores teriam morrido na série de ataques.
Um dos incidentes mais mortais ocorreu na cidade de Minab, província de Hormozgan. Uma escola primária para meninas teria sido destruída por um ataque aéreo, resultando na morte de 153 estudantes e professores no local. A escola estaria localizada a cerca de 600 metros de uma instalação militar pertencente ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).
Escala de Operações Militares
Relatos da mídia internacional, o Wall Street Journal, afirmaram que mais de 2.000 alvos estratégicos foram atacados em cerca de 700 missões de aviação de combate. Os alvos da operação incluem instalações militares e estratégicas, incluindo o complexo nuclear de Natanz.
Várias figuras iranianas importantes também teriam sido alvos da operação. Até agora, não houve nenhuma confirmação independente sobre relatos de vítimas por parte de líderes estatais de alto escalão.
Resposta e impacto regional de Teerã
Em resposta, o Irão lançou ataques utilizando mísseis balísticos Khyber e drones numa série de pontos que alegou serem de interesse para os Estados Unidos e Israel.
O impacto do conflito começou a espalhar-se pela região do Golfo:
- Bahrein: Um trabalhador teria sido morto por fragmentos de mísseis no porto de Salman.
- Emirados Árabes Unidos: Um sistema de defesa aérea foi ativado em Dubai após uma explosão ser ouvida.
- Kuwait: Ocorreu um incidente de fogo amigo que causou a queda de um caça a jato dos EUA, embora a tripulação tenha sobrevivido.
Diz-se que esta última escalada tem uma intensidade muito maior do que um conflito semelhante em meados do ano passado. Até a publicação desta notícia, não havia nenhum sinal de cessar-fogo, embora se esperasse que o número de vítimas aumentasse à medida que as operações militares continuassem na área.
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