
O filme mais recente do diretor francês Xavier Giannoli mostra Jean Dujardin encarnando a mudança moral do pacifismo para a colaboração, enquanto o ator vencedor do Oscar dirige o drama histórico “Les Rayons et les Ombres”. A crítica de cinema Manon Kerjean nos conta por que a complexidade de seus personagens dá ao filme uma poderosa sensação de nuances e por que – com mais de três horas de duração – ainda é um relógio atraente.
Também discutimos um peculiar tributo a Hitchcock como Laetitia Casta e Gilles Lellouche ficam psicologicamente envolvidos em “Murder in the Building”, enquanto “La Maison des Femmes” fornece um retrato comovente e delicado de uma associação que trabalha com sobreviventes de violência.
Finalmente, Laurent Lafitte proporciona algum alívio cômico no hilariante e aterrorizante “Alter Ego”, como um homem comum forçado a encarar suas deficiências de frente.